Luiza Possi    

Maneiras

Letras Luiza Possi / Maneiras

Maneiras

Luiza Possi

Se eu quiser fumar eu fumo
E se eu quiser beber eu bebo
Eu pago tudo o que eu consumo
Com suor de meu emprego...

Confusão eu não arrumo
Mas também não peço arrêgo
Eu um dia me aprumo
Pois tenho fé no meu apego...

Eu só posso ter chamego
Com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego
É o homem e a mulher...

O meu linguajar é nato
Eu não estou falando grego
Tenho amores e amigos de fato
Nos lugares onde eu che-e-e-ego...

Eu estou descontraído
Não que eu tivesse bebido
E nem que eu tivesse fumado
Prá falar da vida alheia
Mas digo sim sinceramente
Na vida a coisa mais feia...

É gente que vive chorando
De barriga cheia
É gente que vive chorando
De barriga "che-e-e-e-e-eia-a-a"
É gente que vive chorando
De barriga cheia...

Mas se eu quiser fumar eu fumo
Se eu quiser beber eu bebo
Eu pago tudo o que eu consumo
Com suor de meu emprego...

Confusão eu não arrumo
Mas também não peço arrêgo
Eu um dia me aprumo
Pois tenho fé no meu apego...

Eu só posso ter chamego
Com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego
É o homem e a mulher...

O meu linguajar é nato
Eu não estou falando grego
Tenho amores e amigos de fato
Nos lugares onde eu che-e-e-ego...

Eu estou descontraído
Não que eu tivesse bebido
E nem que eu tivesse fumado
Prá falar de vida alheia
Mas digo sim sinceramente
Na vida a coisa mais feia...

É gente que vive chorando
De barriga cheia
É gente que vive chorando
De barriga "che-e-e-e-e-eia-a-a"
É gente que vive chorando
De barriga cheia...


Luiza Possi

Maneiras

Luiza Possi

Maneiras

Se eu quiser fumar eu fumo
E se eu quiser beber eu bebo
Eu pago tudo o que eu consumo
Com suor de meu emprego...

Confusão eu não arrumo
Mas também não peço arrêgo
Eu um dia me aprumo
Pois tenho fé no meu apego...

Eu só posso ter chamego
Com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego
É o homem e a mulher...

O meu linguajar é nato
Eu não estou falando grego
Tenho amores e amigos de fato
Nos lugares onde eu che-e-e-ego...

Eu estou descontraído
Não que eu tivesse bebido
E nem que eu tivesse fumado
Prá falar da vida alheia
Mas digo sim sinceramente
Na vida a coisa mais feia...

É gente que vive chorando
De barriga cheia
É gente que vive chorando
De barriga "che-e-e-e-e-eia-a-a"
É gente que vive chorando
De barriga cheia...

Mas se eu quiser fumar eu fumo
Se eu quiser beber eu bebo
Eu pago tudo o que eu consumo
Com suor de meu emprego...

Confusão eu não arrumo
Mas também não peço arrêgo
Eu um dia me aprumo
Pois tenho fé no meu apego...

Eu só posso ter chamego
Com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego
É o homem e a mulher...

O meu linguajar é nato
Eu não estou falando grego
Tenho amores e amigos de fato
Nos lugares onde eu che-e-e-ego...

Eu estou descontraído
Não que eu tivesse bebido
E nem que eu tivesse fumado
Prá falar de vida alheia
Mas digo sim sinceramente
Na vida a coisa mais feia...

É gente que vive chorando
De barriga cheia
É gente que vive chorando
De barriga "che-e-e-e-e-eia-a-a"
É gente que vive chorando
De barriga cheia...