Luiza Possi    

Eu, Angelica!

Letras Luiza Possi / Eu, Angelica!

Eu, Angelica!

Luiza Possi

Envoltada pelos pesadelos que vós forçastes-me aguentar
Acariciada pelos teus horrores em quais eu caí
Meu anjo mais escuro, meu sedutor da noite
Glorificante, de desejo e prazer
Eu estou perdida em teus desejos escuros
Teu Éden serpentico de carne
Através de criações esplêndidas pelas quais vós me atraístes
Eu encarei os sonhos, ébridos pelo teu vinho

"Como a luz prata da lua sussurou por misteriosos olhos
E corvos disseminaram tuas esvairadas estradas de aflição
Vós ansiastes por desejo e paixão negra
Quando pecado atacou tuas mãos nas sangrentas minhas"

Grite e eu irei seguir
As estradas escuras que vós sobrepujastes antes de mim
Eu irei apreciar-las como a noite aprecia as sombras
E fugir da luz supracitada

Aflições que nós agonizamos juntos
Memórias que esvairaram-se
As lágrimas que nós sonhamos juntos
Irão eternamente cumprimentar a nossa morte

Como a noite alada cresce irá voar em silêncio
E tudo que permanece é puro
Nós reunimos nossos horrores gritantes
Em medo a nossas marcas preciosas


Luiza Possi

Eu, Angelica!

Luiza Possi

Eu, Angelica!

Envoltada pelos pesadelos que vós forçastes-me aguentar
Acariciada pelos teus horrores em quais eu caí
Meu anjo mais escuro, meu sedutor da noite
Glorificante, de desejo e prazer
Eu estou perdida em teus desejos escuros
Teu Éden serpentico de carne
Através de criações esplêndidas pelas quais vós me atraístes
Eu encarei os sonhos, ébridos pelo teu vinho

"Como a luz prata da lua sussurou por misteriosos olhos
E corvos disseminaram tuas esvairadas estradas de aflição
Vós ansiastes por desejo e paixão negra
Quando pecado atacou tuas mãos nas sangrentas minhas"

Grite e eu irei seguir
As estradas escuras que vós sobrepujastes antes de mim
Eu irei apreciar-las como a noite aprecia as sombras
E fugir da luz supracitada

Aflições que nós agonizamos juntos
Memórias que esvairaram-se
As lágrimas que nós sonhamos juntos
Irão eternamente cumprimentar a nossa morte

Como a noite alada cresce irá voar em silêncio
E tudo que permanece é puro
Nós reunimos nossos horrores gritantes
Em medo a nossas marcas preciosas