Juanes    

Magnática Escrava

Letras Juanes / Magnática Escrava

Magnática Escrava

Juanes

Magnética Esclava

En su llama mortal la luz te envuelve
Absorta, pálida doliente, así situada
Contra las viejas hélices del crepúsculo
Que en torno a ti da vueltas

Muda, mi amiga
Sola en lo solitario de esta hora de muertes
y llena de las vidas del fuego
Pura heredera del día destruido

Del sol cae un racimo en tu vestido oscuro
De la noche las grandes raíces
Crecen de súbito desde tu alma
y a lo exterior regresan las cosas en ti ocultas
De modo que un pueblo pálido y azul
De ti recién nacido se alimenta.

Oh grandiosa y fecunda y magnética esclava
Círculo que en negro y dorado sucede
Erguida, trata y logra una creación tan viva
Que sucumben sus flores, y llena es de tristeza

Magnática Escrava

Em sua chama mortal a luz te envolve
Absorta, pálida doente, assim situada
Contra as velhas hélices do crepúsculo
Que em torno de ti dá voltas

Muda, minha amiga
Só no solitário de esta hora de mortes
e enche das vidas do fogo
Pura herdeira do dia destruído

Do sol cai um racimo no teu vestido escuro
Da noite as grandes raízes
Crescem de súbito desde tua alma
e ao exterior regressam as coisas em ti ocultas
De modo que um povo pálido e azul
De ti recém nascido se alimenta.

Oh grandiosa e fecunda e magnética escrava
Círculo que em preto e dourado suscede
Erguida, trata e consegue uma criação tão viva
Que sucumbem suas flores, e enche é de tristeza


Juanes

Magnática Escrava

Juanes

Magnática Escrava

Magnética Esclava

En su llama mortal la luz te envuelve
Absorta, pálida doliente, así situada
Contra las viejas hélices del crepúsculo
Que en torno a ti da vueltas

Muda, mi amiga
Sola en lo solitario de esta hora de muertes
y llena de las vidas del fuego
Pura heredera del día destruido

Del sol cae un racimo en tu vestido oscuro
De la noche las grandes raíces
Crecen de súbito desde tu alma
y a lo exterior regresan las cosas en ti ocultas
De modo que un pueblo pálido y azul
De ti recién nacido se alimenta.

Oh grandiosa y fecunda y magnética esclava
Círculo que en negro y dorado sucede
Erguida, trata y logra una creación tan viva
Que sucumben sus flores, y llena es de tristeza

Magnática Escrava

Em sua chama mortal a luz te envolve
Absorta, pálida doente, assim situada
Contra as velhas hélices do crepúsculo
Que em torno de ti dá voltas

Muda, minha amiga
Só no solitário de esta hora de mortes
e enche das vidas do fogo
Pura herdeira do dia destruído

Do sol cai um racimo no teu vestido escuro
Da noite as grandes raízes
Crescem de súbito desde tua alma
e ao exterior regressam as coisas em ti ocultas
De modo que um povo pálido e azul
De ti recém nascido se alimenta.

Oh grandiosa e fecunda e magnética escrava
Círculo que em preto e dourado suscede
Erguida, trata e consegue uma criação tão viva
Que sucumbem suas flores, e enche é de tristeza