João Mineiro e Marciano    

Ponto Vinte

Ponto Vinte

João Mineiro e Marciano

Lá no ponto vinte começa a historia
Começa o caminho de emoções diferentes
Mal começa a noite a fila começa
São carros de praça esperando a gente.
Quase todo mundo tem um só destino
Nem sei se é preciso dizer ao chofer
Pois o ponto vinte, mesmo que não marque
É local de embarque pra estação mulher.

Segue o passageiro em busca da felicidade
Toda noite a mesma coisa, já é tão comum
Terminou outra corrida de luxo e requinte
E o carro volta para o ponto vinte
Buscar quem espera e levar mais um.

Ilusões que alegram infinitamente
São coisas do mundo, haja o que houver
O dia é homem que se fez adulto
A noite é criança que se fez mulher.
Lá no ponto vinte na volta doa dia
Tudo é desprezo, tudo é solidão
Pois somente a noite pode dar a vida
E somente a noite traz a ilusão.


João Mineiro e Marciano

Ponto Vinte

João Mineiro e Marciano

Ponto Vinte

Lá no ponto vinte começa a historia
Começa o caminho de emoções diferentes
Mal começa a noite a fila começa
São carros de praça esperando a gente.
Quase todo mundo tem um só destino
Nem sei se é preciso dizer ao chofer
Pois o ponto vinte, mesmo que não marque
É local de embarque pra estação mulher.

Segue o passageiro em busca da felicidade
Toda noite a mesma coisa, já é tão comum
Terminou outra corrida de luxo e requinte
E o carro volta para o ponto vinte
Buscar quem espera e levar mais um.

Ilusões que alegram infinitamente
São coisas do mundo, haja o que houver
O dia é homem que se fez adulto
A noite é criança que se fez mulher.
Lá no ponto vinte na volta doa dia
Tudo é desprezo, tudo é solidão
Pois somente a noite pode dar a vida
E somente a noite traz a ilusão.