João Mineiro e Marciano    

Minha Serenata

Minha Serenata

João Mineiro e Marciano

Nesta rua deserta e calma
No silêncio da madrugada
Eu canto esta serenata
Para ti, ó minha amada.

Não sei estás dormindo
Ou se estás acordada
Somente com meu violão
Ofereço-te essa canção
Nesta noite enluarada.

Você sabe mulher, você sabe
O motivo que vivo cantando
Você sabe mulher, você sabe
Por que as vezes canto chorando.

Meu bem se estás me ouvindo
Acenda a luz de fora
Venha me ver na janela
Me abrace, me beije agora.

Estrelinha do infinito
Que brilha ao romper da aurora
A ti darei minha vida
E tenho esperança querida
Que serás minha senhora.

Você sabe mulher, você sabe
O motivo que vivo cantando
Você sabe mulher, você sabe
Por que as vezes canto chorando.


João Mineiro e Marciano

Minha Serenata

João Mineiro e Marciano

Minha Serenata

Nesta rua deserta e calma
No silêncio da madrugada
Eu canto esta serenata
Para ti, ó minha amada.

Não sei estás dormindo
Ou se estás acordada
Somente com meu violão
Ofereço-te essa canção
Nesta noite enluarada.

Você sabe mulher, você sabe
O motivo que vivo cantando
Você sabe mulher, você sabe
Por que as vezes canto chorando.

Meu bem se estás me ouvindo
Acenda a luz de fora
Venha me ver na janela
Me abrace, me beije agora.

Estrelinha do infinito
Que brilha ao romper da aurora
A ti darei minha vida
E tenho esperança querida
Que serás minha senhora.

Você sabe mulher, você sabe
O motivo que vivo cantando
Você sabe mulher, você sabe
Por que as vezes canto chorando.