João Mineiro e Marciano    

Filho Sertanejo

Filho Sertanejo

João Mineiro e Marciano

Ai, meu berrante amigo
Eu ouço de longe seu grito bonito na curva da estrada
Ai, que alegria sinto
Naquele instante ouvindo berrante verei boiada.
Quando na estrada longa
E mesmo cansado sou recompensado por esta visão;
Quero sorrir de contente
Mas choro somente de tanta emoção.

Eu sou doutor da cidade
Me esqueço de tudo se vejo
O boi, a campina e o brilho do sol
Sou filho de sertanejo.

Ai, boiadeiro passa
Tocando a boiada cantando e falando com o boi teimoso
Ai, a poeira assenta
Lá vai o berrante tocando adiante tão preguiçoso.
Vem a tristeza e fica em mim remoendo
Desaparecendo aquela visão
Quero chorar de saudade
E a felicidade sumir no estradão.


João Mineiro e Marciano

Filho Sertanejo

João Mineiro e Marciano

Filho Sertanejo

Ai, meu berrante amigo
Eu ouço de longe seu grito bonito na curva da estrada
Ai, que alegria sinto
Naquele instante ouvindo berrante verei boiada.
Quando na estrada longa
E mesmo cansado sou recompensado por esta visão;
Quero sorrir de contente
Mas choro somente de tanta emoção.

Eu sou doutor da cidade
Me esqueço de tudo se vejo
O boi, a campina e o brilho do sol
Sou filho de sertanejo.

Ai, boiadeiro passa
Tocando a boiada cantando e falando com o boi teimoso
Ai, a poeira assenta
Lá vai o berrante tocando adiante tão preguiçoso.
Vem a tristeza e fica em mim remoendo
Desaparecendo aquela visão
Quero chorar de saudade
E a felicidade sumir no estradão.