João Mineiro e Marciano    

A Pretendida

A Pretendida

João Mineiro e Marciano

Reclamas que te falta os meus carinhos
E dizes que não sou como antes fui
E que meus beijos não apagam os teus desejos
Até me culpas que eu tenho mais alguém
Reclamas se compreendo e me conformo
Mas não me culpes por que nunca te enganei
Foste deixando no abandono nosso ninho
A culpa é tua não foi eu que fracassei.

Queres deixar-me eu não posso mais prender-te
Segue o destino a liberdade eu te dou
Pelos caminhos será sempre a pretendida
E nesta queda sentirás a imensa dor
Queres deixar-me vou sofrer porque te amo
Eu te desejo muita sorte e sem rancor
E se um dia bateres em minha porta
Podes entrar eu te darei o meu perdão.

INTRODUÇÃO

Reclamas se compreendo e me conformo
Mas não me culpes por que nunca te enganei
Foste deixando no abandono nosso ninho
A culpa é tua não foi eu que fracassei.

Queres deixar-me eu não posso mais prender-te
Segue o destino a liberdade eu te dou
Pelos caminhos será sempre a pretendida
E nesta queda sentirás a imensa dor
Queres deixar-me vou sofrer porque te amo
Eu te desejo muita sorte e sem rancor
E se um dia bateres em minha porta
Podes entrar eu te darei o meu perdão.


João Mineiro e Marciano

A Pretendida

João Mineiro e Marciano

A Pretendida

Reclamas que te falta os meus carinhos
E dizes que não sou como antes fui
E que meus beijos não apagam os teus desejos
Até me culpas que eu tenho mais alguém
Reclamas se compreendo e me conformo
Mas não me culpes por que nunca te enganei
Foste deixando no abandono nosso ninho
A culpa é tua não foi eu que fracassei.

Queres deixar-me eu não posso mais prender-te
Segue o destino a liberdade eu te dou
Pelos caminhos será sempre a pretendida
E nesta queda sentirás a imensa dor
Queres deixar-me vou sofrer porque te amo
Eu te desejo muita sorte e sem rancor
E se um dia bateres em minha porta
Podes entrar eu te darei o meu perdão.

INTRODUÇÃO

Reclamas se compreendo e me conformo
Mas não me culpes por que nunca te enganei
Foste deixando no abandono nosso ninho
A culpa é tua não foi eu que fracassei.

Queres deixar-me eu não posso mais prender-te
Segue o destino a liberdade eu te dou
Pelos caminhos será sempre a pretendida
E nesta queda sentirás a imensa dor
Queres deixar-me vou sofrer porque te amo
Eu te desejo muita sorte e sem rancor
E se um dia bateres em minha porta
Podes entrar eu te darei o meu perdão.