João Bosco    

Parati

Parati

João Bosco

O joão mandou parati
Pra você se segurar.
Só não come a farofa amarela, morena,
Do teu alguidar.
Se você tem algo a dar
Que não seja a farofa do teu alguidar.(bis)

Vi a etelvina na esquina
De papo com o claudinor.
Dei-lhe um tapa que pegou de quina
Na cara da mina e acabou com o flozô.
Deram a ela água-de-flô,
Eu fui me encher de cachaça.
Cada um tem a própria receita, morena,
Pra combater a desgraça.

Claudionor tomou as dores.
Etelvina menstruou.
Com a polícia e a reportagem
D´o dia e a notícia o pau degenerou.
Teve assalto, estupro, bomba,
Bala que não foi normal.
Mas só morreu no conflito, morena,
Um pacifista local.

Fui comer com o claudionor
Bolinho de bacalhau.
Vi chegar a mil na contra-mão
Rabecão do instituto médico legal.
Tive pena da etelvina.
Chamei ela pruma dose.
Hoje em dia o nosso romance, morena,
Ta mais azul que equimose.


João Bosco

Parati

João Bosco

Parati

O joão mandou parati
Pra você se segurar.
Só não come a farofa amarela, morena,
Do teu alguidar.
Se você tem algo a dar
Que não seja a farofa do teu alguidar.(bis)

Vi a etelvina na esquina
De papo com o claudinor.
Dei-lhe um tapa que pegou de quina
Na cara da mina e acabou com o flozô.
Deram a ela água-de-flô,
Eu fui me encher de cachaça.
Cada um tem a própria receita, morena,
Pra combater a desgraça.

Claudionor tomou as dores.
Etelvina menstruou.
Com a polícia e a reportagem
D´o dia e a notícia o pau degenerou.
Teve assalto, estupro, bomba,
Bala que não foi normal.
Mas só morreu no conflito, morena,
Um pacifista local.

Fui comer com o claudionor
Bolinho de bacalhau.
Vi chegar a mil na contra-mão
Rabecão do instituto médico legal.
Tive pena da etelvina.
Chamei ela pruma dose.
Hoje em dia o nosso romance, morena,
Ta mais azul que equimose.