João Bosco    

Paranóia

Letras João Bosco / Paranóia

Paranóia

João Bosco

Um dia a beleza senta no seu colo
Você a convence a ficar
Quem importa se ela o fizer de tolo
Que importa se ela o arranhar
Ela encenará teatro de crueldade
Violência com sua doce voz
Se ela fugir você vai ter saudade
Mas se ela ficar será atroz
Alguém lhe dirá que é paranóia
Sentir que o jogo já está perdido
Mas você responde: "paranóico
É quem descobriu ser perseguido".
Um dia a beleza toca o seu solo
Você lhe pergunta "o que é que há?
Vem cá se sentar no colo de outro tolo".
Você a convence a ficar.
Mas ela burlou a alfândega do samba
E o fez justamente pra sambar
Na roda ela é a dona da muamba
Que importa se ela o devassar?
Alguém lhe dirá que é paranóia
Sentir que o jogo já está perdido
Mas você responde: "paranóico
É quem descobriu ser perseguido".


João Bosco

Paranóia

João Bosco

Paranóia

Um dia a beleza senta no seu colo
Você a convence a ficar
Quem importa se ela o fizer de tolo
Que importa se ela o arranhar
Ela encenará teatro de crueldade
Violência com sua doce voz
Se ela fugir você vai ter saudade
Mas se ela ficar será atroz
Alguém lhe dirá que é paranóia
Sentir que o jogo já está perdido
Mas você responde: "paranóico
É quem descobriu ser perseguido".
Um dia a beleza toca o seu solo
Você lhe pergunta "o que é que há?
Vem cá se sentar no colo de outro tolo".
Você a convence a ficar.
Mas ela burlou a alfândega do samba
E o fez justamente pra sambar
Na roda ela é a dona da muamba
Que importa se ela o devassar?
Alguém lhe dirá que é paranóia
Sentir que o jogo já está perdido
Mas você responde: "paranóico
É quem descobriu ser perseguido".