João Bosco    

Feminismo no Estácio

Letras João Bosco / Feminismo no Estácio

Feminismo no Estácio

João Bosco

Saiu só com a roupa do corpo
Num toró danado
Foi pros cafundó-do-Judas
Apanhou um resfriado

Voltou com a blusa rasgada
Entrou, não disse nada
Tô com dor-de-cotovelo
E com a cabeça inchada

É de amargar, é de amargar
Mas ela é maior e vacinada(2x)

Meu chapa eu caí das nuvens com cara-de-tacho
Essa nega tá pisando em mim, essa não, não sou capacho
Agora ando com a pulga atrás da orelha
A telha dessa nega tá avariada

Nega sem modos
Só não chio, nem te dou pancada
Porque você é maior e vacinada(2x)

Sempre que a nega me torra penso em ir à forra
Se o distinto tem problema igual não é conselho, mas olha:
Fique sabendo quem se mete a manda-chuva
Quase, quase sempre é um chove-não-molha

Bem que eu queria dar com fé uma cacarecada
Mas minha nêga é maior e vacinada(2x)


João Bosco

Feminismo no Estácio

João Bosco

Feminismo no Estácio

Saiu só com a roupa do corpo
Num toró danado
Foi pros cafundó-do-Judas
Apanhou um resfriado

Voltou com a blusa rasgada
Entrou, não disse nada
Tô com dor-de-cotovelo
E com a cabeça inchada

É de amargar, é de amargar
Mas ela é maior e vacinada(2x)

Meu chapa eu caí das nuvens com cara-de-tacho
Essa nega tá pisando em mim, essa não, não sou capacho
Agora ando com a pulga atrás da orelha
A telha dessa nega tá avariada

Nega sem modos
Só não chio, nem te dou pancada
Porque você é maior e vacinada(2x)

Sempre que a nega me torra penso em ir à forra
Se o distinto tem problema igual não é conselho, mas olha:
Fique sabendo quem se mete a manda-chuva
Quase, quase sempre é um chove-não-molha

Bem que eu queria dar com fé uma cacarecada
Mas minha nêga é maior e vacinada(2x)