João Bosco    

Bodas de Prata

Letras João Bosco / Bodas de Prata

Bodas de Prata

João Bosco

Você fica deitada de olhos arregalados
Ou andando no escuro de peignoir
Não adiantou nada
Cortar os cabelos e jogar no mar
Não adiantou nada o banho de ervas
Não adiantou nada o nome da outra
No pano vermelho pro anjo das trevas
Ele vai voltar tarde
Cheirando à cerveja
Se atirar de sapatos na cama vazia
E dormir na hora mormurando: "Dora"
Mas você é Maria
Você fica deitada com medo do escuro
Ouvindo bater no ouvido
O coração descompassado
É o tempo, Maria, te comendo feito traça


João Bosco

Bodas de Prata

João Bosco

Bodas de Prata

Você fica deitada de olhos arregalados
Ou andando no escuro de peignoir
Não adiantou nada
Cortar os cabelos e jogar no mar
Não adiantou nada o banho de ervas
Não adiantou nada o nome da outra
No pano vermelho pro anjo das trevas
Ele vai voltar tarde
Cheirando à cerveja
Se atirar de sapatos na cama vazia
E dormir na hora mormurando: "Dora"
Mas você é Maria
Você fica deitada com medo do escuro
Ouvindo bater no ouvido
O coração descompassado
É o tempo, Maria, te comendo feito traça